Método
Como um caso é feito — e por que dá para confiar nele
Quem escreve, quem corrige e quem assina cada caso.
A sessão
O atendimento, por dentro
O caso abre como um atendimento real: a queixa em linguagem natural, vaga e desorganizada como paciente de verdade fala, e uma imagem inicial que deliberadamente não entrega tudo. Extrair informação de relato caótico e decidir o que vale investigar é a habilidade que se está treinando. Pergunta fora do roteiro tem resposta.

Quem faz o caso
A inteligência artificial é a linha de produção. A assinatura do dentista é o produto.
- Rascunho por IAtexto, nunca fato clínico
- Revisão por dentistacorrige, recusa ou reescreve
- Aprovaçõesmais de uma, para o catálogo
- Publicaçãocom nome e CRO
A IA lê o que você digitou e devolve o achado que o caso já tem — por isso o paciente não se contradiz e o diagnóstico não vaza.
Imagens
De onde vêm as imagens
Fotografia e radiografia de paciente real, com Termo de Consentimento Livre e Esclarecido específico para uso educacional em meio digital, anonimização por checklist e licença registrada imagem a imagem. Cada mudança fica num registro que só cresce e nunca é reescrito.
Nenhuma imagem clínica gerada por IA — nem fotografia, nem radiografia. Imagem sintética entrega a apresentação de livro-texto, e paciente não chega assim. Achar o sinal na angulação torta, na saliva e na sombra do afastador é a parte difícil, e é justamente ela que some. Em troca, os casos são desenhados em torno das imagens que existem: nem todo caso oferece todo exame, como nem toda clínica oferece.
O lastro de cada imagem
- ConsentimentoTCLE específico para uso educacional em meio digital
- Anonimizaçãopor checklist, antes de a imagem entrar
- Licença registradaimagem a imagem, num registro que só cresce
Sem lastro, a publicação é recusada.
Banca
Quem valida
Estamos montando a banca. Cada validador aparece aqui com nome, CRO e perfil público, aberto sem conta. É dentista e quer validar casos? Fale com a gente. A revisão é remunerada e assinada.
Correção
Como a nota é calculada
O comentário que você lê no fim foi escrito por dentista, para aquele erro naquele caso. Um exemplo de rubrica real: você fechou o diagnóstico sem investigar histórico médico — num paciente anticoagulado isso seria grave.
| Dimensão | O que mede |
|---|---|
| Diagnóstico | Acerto, com crédito parcial para diferencial razoável. |
| Passos críticos | Perguntas e exames sem os quais o diagnóstico seria clinicamente irresponsável. |
| Eficiência | Pedir tudo conta contra. Exame custa tempo e dinheiro do paciente, e a estratégia de metralhadora não é raciocínio. |
| Conduta | Tratamento viável contra tratamento contraindicado. |
O que isto não é
- Não é apoio à decisão clínica real. É material educacional.
- Não substitui clínica, laboratório de habilidades nem preceptoria.
- Não é banco de questão de prova.
- Não promete aprovação em nada.